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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A Colonização de Marte

O processo de terraformação de Marte está em ritmo crescente. As usinas estão saturando cada dia mais a atmosfera com os gases necessários ao aumento da pressão, ao aquecimento do planeta e à formação de umidade. Microorganismos geneticamente preparados infestam a superfície sob os ambientes mais hostis, preparando o solo e contribuindo para diversificar as exalações gasosas. Os colonos trabalham com afinco em todos os setores, para tornar tanto a habitação quanto a economia marcianas sustentáveis e atraentes. Marte sempre foi a melhor opção para a colonização dentre os planetas do nosso sistema: duração do dia (pouco mais de 24 horas) e estações anuais (que duram mais, pois o ano marciano é quase o dobro do terrestre) similares às da Terra, presença de água congelada e de atmosfera (ainda que inicialmente muito tênue) capaz de proteger contra radiações solar e cósmica, além de quantidade significante de elementos químicos capazes de sustentar a vida. É claro, que ainda é necessário o exotraje para caminhar na superfície, numa gravidade três vezes inferior à terrestre, e é claro que o vento solar ainda é um enorme risco. Mas os trajes são relativamente confortáveis e o Sistema de Prevenção de Eventos Solares é rápido e confiável. Também, atualmente, as cúpulas das instalações colonizadoras são de maior qualidade. As mutações radioativas são coisa do passado... Marte (assim como a nossa Lua) é uma importante base para o lançamento de missões ao Cinturão de Asteroides, ao Sistema Joviano e aos planetas das órbitas mais exteriores: Saturno, Urano e Netuno. Fobos e Deimos, seus satélites naturais, possuem usinas de combustíveis espaciais e as maiores bases da FDE fora das imediações terrestres. A população de Marte é a maior e a mais diversificada depois da população da Terra, com mais e mais colonos chegando sempre. Isso sem contar os milhares de mercadores espaciais, mineradores de asteroides e até ávidos turistas indo e vindo aos milhares por ano!

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